quarta-feira, 25 de julho de 2012
MAÇONARIA - OS NÚMEROS (ÚLTIMA PARTE)
MAÇONARIA
OS NÚMEROS (ÚLTIMA PARTE)
O número 10 (dez) é o número mais completo, é o numero que representa a árvore cabalística. É a representação da década através da 1 - Coroa (unidade, centro princípio de onde tudo emana); 2 - Sabedoria (pensamento criador, palavra, verbo); 3 - Inteligência (concepção e geração da idéia); 4 - Graça (bondade criadora, poder que dá e espalha a vida); 5 - Rigor (dever, reserva que obriga à restrição); 6 - Beleza (ideal, segundo o qual as coisas a constituírem-se. Aspiração); 7 - Vitória (discernimento que dissipa o CAOS); 8 - Esplendor (encadeamento necessário das causas e dos efeitos); 9 - Base (segundo o qual tudo se constrói. Prancheta de traçar); 10 - Reino (a pedra de perpétua transformação. Fonte de todas as ilusões e de todas as imposturas). Existem Dez mandamentos. No décimo dia após a ascensão de Cristo, o Espírito Santo desceu.
Como a água retorna ao mar, o corpo retorna à terra, e o tempo retorna à eternidade, o espírito deve retornar a Deus, e cada criatura retorna ao nada de onde foi criada.
O número 11 (onze) é considerado como misterioso e das forças invisíveis ou astrais, no sentido iniciático da palavra. Para o seu estudo, deve-se considerá-lo como a soma de 5 e 6; 4 e 7; 3 e 8; 2 e 9; e 1 e 10. Atribuindo-se a esses números o valor que eles têm no Tríplice ternário.
O número 12 (doze) simboliza o conhecimento divino. Corresponde à divisão mais antiga e mais natural do círculo. É o numero dos signos do zodíaco com seus doze anjos, é a divisão aplicada ao céu, por onde o Sol percorre regularmente em sua trajetória anual aparente em torno da terra.
O ano tem doze meses, Jacó teve doze filhos, Jesus teve doze apóstolos, o homem tem doze faculdades de espírito em si.
Pedro Neves .’. M.’. I.’. 33.’. MRA
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domingo, 8 de abril de 2012
MAÇONARIA - OS NÚMEROS (3ª PARTE)
MAÇONARIA - OS NÚMEROS (3ª PARTE)
O número 7 (sete) é composto também pelo número três (triângulo) e quatro (tetragrama), são eles que formam o símbolo do Delta Sagrado, sendo o Delta o triângulo e o tetragrama as letras sagradas, às vezes substituídas pelo “Olho que tudo vê”.
O mestre deve saber subir os sete degraus do Templo.
Desde a criação do mundo o número sete foi impresso na mente universal, tudo foi criado em seis dias e no sétimo houve o descanso. Na antiguidade consideravam-se sete astros que regiam o universo. O Sol, Lua, Marte, Júpiter, Vênus e Saturno.
São sete as notas musicais, sete os dias da semana, sete camadas de nossa pele, sete cores formam a cor branca, são sete as velas candelabro místico, são sete os pecados capitais (orgulho, preguiça, avareza, gula, inveja, luxúria e cólera), sete sacramentos, o livro dos sete selos, existem milhares de exemplos a serem citados com o número sete.
O sete é o único número de 1 a 10 que não é múltiplo ou divisor de qualquer outro, ele não é criado e nem cria qualquer outro.
O sete é o número da purificação, do arrependimento e da remissão. É atribuído ao Espírito Santo, que é sétuplo, conforme seus dons, ou seja: 1 – o Espírito da Sabedoria; 2 – compreensão; 3 – o Espírito do conselho; 4 – força; 5 – o Espírito do conhecimento; 6 – santidade; 7 – o Espírito de temor a Deus.
O número 8 (oito) é considerado como o número da sabedoria, é chamado de número da justiça e integridade porque é dividido em números iguais, ou seja, em quatro, e o quatro é dividido em dois e dois.
Observemos, ainda, que o algarismo oito deriva de dois quadrados superpostos ou se tocando por um dos ângulos. A primeira forma é oriunda da letra Het fenícia, oitava letra do alfabeto primitivo que, simplificada, tornou-se o nosso “H” (também oitava letra).
O número 9 (nove) é um número poderoso em todos os sentidos. Há nove esferas correspondentes às nove musas: Calíope, poema épico, corresponde ao movimento primeiro; Urânia, astronomia, ao céu estrelado; Polymnia, canto e oratória, a Saturno; Terpsícore, dança, a Júpiter; Clio, história, a Marte; Melpomene, tragédia, ao Sol; Erato, canções de amor e casamento, a Vênus; Euterpe, música, a Mercúrio e Thalia, comédia, à Lua.
Existem no mundo inteligível nove coros de anjos: Serafim, Querubim, Tronos, Dominações, Poderes, Virtudes, Principados, Arcanjos e Anjos.
PEDRO NEVES .’.
M.’. I.’. 33.’. MRA.’.
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domingo, 26 de fevereiro de 2012
MAÇONARIA - OS NÚMEROS (2ª PARTE)
MAÇONARIA - OS NÚMEROS 2ª PARTE)
Geometricamente Um representa o ponto; dois a linha; Três, a superfície e Quatro, o sólido, cuja medida é o cubo.
Um, o ponto sem dimensões, é, porém, o gerador abstrato de todas as formas imagináveis. È o nada contendo o todo em potência, o criador.
Dois, a linha, nada mais é que Um, o ponto em movimento, portanto a ação, a irradiação, a expansão ou emanação criadora, o verbo ou o trabalho.
Três, a superfície, apresenta-se como o plano em que se precisam as intenções, em que o ideal se determina e se fixa.
O Número 4 (quatro), o sólido ou mais especialmente, o cubo, mostra a obra realizada.
O Círculo (unidade), a Cruz (o binário), o Triângulo (o ternário) e o quadrado (o quaternário), produzem uma série de ideogramas, cujo sentido se revela pela análise elementos componentes.
Quatro representa a terra, ela foi criada no quarto dia. A figura de um quadrado significa solidez.
Pitágoras ensinava que Dez engendra Quatro, pois que ... 1+2+3+4=10, graficamente figurado pelo triângulo encerrando dez pontos dispostos por 1, 2, 3, 4.
O grande nome da Trindade Divina de Deus, o Ser dos Seres, o Ser em si, Aquele que é, encontra-se representado na Bíblia por Quatro letras, que formam a Palavra Sagrada, cuja pronúncia é proibida (Yod, He, Vau, He).
Yod, a primeira dessas letras, é a menor do alfabeto sagrado. É apenas uma vírgula, na qual se quis ver o gerador masculino, ou melhor, o sêmen paterno que engendra a criança. Simboliza o fogo realizador (Archeu).
He, segunda letra do Tetragrama, corresponde ao sopro que, saindo do interior, se espalha em derredor. Simboliza a vida emanando de Yod.
Vau, cuja função em hebraico é a mesma de nossa consoante e. É o símbolo que liga o abstrato ao concreto, o indivíduo ao coletivo geral ou universal. É a relação da causa e efeito.
He, que se repete no final do Tetragrama, para exprimir o resultado final da atividade. É a criação em via de realização.
Os espíritos superficiais só se interessam pela obra realizada, pois são incapazes da cogitação do efeito e da causa que, naturalmente, implica na manifestação do quaternário, resultante de toda e qualquer ação:
1º - Princípio ativo (Sujeito);
2º - Atividade desenvolvida por esse princípio (Verbo);
3º - Aplicação da atividade, que se regula e se adapta conforme o objetivo;
4º - Resultado produzido (Objeto).
Há Quatro graus na natureza: ser, viver, sentir e compreender.
Há Quatro movimentos na natureza: ascendente, descendente, circular e para frente.
Há Quatro elementos sob o céu: fogo, ar, água e terra.
Há Quatro estações no ano: verão, inverno, primavera e outono.
Há Quatro virtudes morais: prudência, justiça, fortaleza e temperança.
Há Quatro animais consagrados: o leão, a águia, o homem e o bezerro.
O Número 5 (cinco) representa a quintessência, que é quando existe o triunfo do homem propriamente dito, domina o animal dentro de si. Cinco se impõe a Quatro; A Quintessência prevalece sobre o quaternário dos elementos (terra, água, ar e fogo).
Chegado à perfeição, o homem-tipo será exaltado sobre a cruz, para realizar o mistério da redenção. A Razão (Logos ou Verbo) resplandece nele, remediando o obscurecimento do instinto causado pela queda. O estado de espiritualidade, de iluminação, é atingido; as trevas interiores são dissipadas e é, então, que o Astro Humano, a Estrela Flamejante, a estrela de cinco pontas brilha em todo seu esplendor.
A Estrela Flamejante, o Pentagrama, não possui o poder iluminativo igual ao Sol, sua luz é suave, não tem irradiações resplandecentes e é facilmente suportada. A Estrela Flamejante corresponde ao Microcosmo humano, isto é, ao homem considerado como um mundo em miniatura. Ela se condensa numa espécie de nimbo que foi comparado a uma flor desabrochada, representada por uma rosa de cinco pétalas.
Símbolo da quintessência, portanto, daquilo que o homem tem de mais puro e elevado, a rosa é unida à Cruz, num ambiente de pura espiritualidade, a respeito do qual é muito cedo, ainda, para se explanar aqui.
Cinco é o número do jovem, é exatamente, o meio do número universal que é Dez. è chamado pelos Pitagóricos de número da justiça, porque divide, exata e igualmente, o número Dez.
Há cinco sentidos no homem: (visão, audição, olfato, gustação e tato).
O nome de Deus no mundo padrão é expresso com cinco letras (Eloim).
O nome do filho de Deus possui cinco letras (Jesus).
O Número 6 (seis) compõe-se sob o ponto de vista hermético, de Água vaporizada pelo Fogo, ou de Água ígnea, isto é, o fluido vital carregado energias ativas.
Essa união do Fogo e da Água é representada graficamente por uma figura muito conhecida por Signo de Salomão. Dos dois triângulos entrelaçados, um é masculino-ativo e o outro é feminino-passivo. O primeiro representa a energia individual, o ardor que se eleva da própria personalidade; o segundo, representado por um triângulo invertido, em forma de taça, é destinado a receber o orvalho depositado pela unidade através do espaço.
A estrela entrelaçada de seis pontas corresponde ao Macrocosmo, isto é, do mundo em toda a sua extensão infinita.
O número Seis é também chamado o número do homem, porque o homem foi criado no sexto dia.
Há seis diferenças de posição: acima, abaixo, à frente, atrás, direito e esquerdo.
Uma figura sólida, de uma coisa quadrada, tem Seis superfícies.
PEDRO NEVES .’.
M.’. I.’. 33.’. MRA.’.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
MAÇONARIA - OS NÚMEROS (1ª PARTE)
MAÇONARIA - OS NÚMEROS (1ª PARTE)
O emprego dos números, sobretudo, de alguns números, em todos os monumentos conhecidos, é muito freqüente, para que se creia que só o acaso os tenha produzido. E, nesse ponto, a História vem em nosso auxílio.
Todos os povos da antiguidade fizeram uso emblemático dos números e das fórmulas, e, em geral, do número e da medida. Todos os povos tiveram um sistema numérico, ligado intimamente à religião e ao culto. E este fato é o resultado da idéia que, então, se fazia do mundo, idéia segundo a qual a matéria é inseparável do espírito, do qual exprime a imagem e a revelação.
Enquanto a matéria for necessária à forma e à dimensão; enquanto o mundo for uma soma de dimensões.
Há, entretanto, números que parecem predominar na estrutura do mundo, no tempo e no espaço, e que formam, mais ou menos, a base fundamental de todos os fenômenos da natureza. Esses números foram tidos, sempre, como sagrados, pelos antigos, como representando a expressão da ordem e da inteligência das coisas, como exprimindo, mesmo, a própria divindade.
Se, com efeito, supusermos que as coisas materiais são, apenas, um invólucro que cobre o invisível, o imaterial; se as considerarmos, somente, como símbolos dessa imaterialidade, com mais forte razão, os números, concepção, puramente abstrata, poderão ser considerados sagrados, pois que eles representam, até certo ponto, a expressão mais imediata das Leis Divinas (que são as leis da natureza), compreendidas e estudadas neste mundo.
A China, a Índia, a Grécia, mesmo antes de Pitágoras, conheceu e empregou a “Ciência dos Números”, e seu simbolismo é em grande parte baseado nesta ciência.
Vemos, pois, que os números se prestam, facilmente, a tornarem-se símbolos, figuras das idéias simples e de suas relações. E toda a doutrina das relações morais e de ligação indestrutível com o mundo material, isto é, a filosofia, foi, sempre, exposta por um sistema numérico e representada por números.
O número 1 (um), a unidade é o princípio dos números, mas a unidade só existe pelos outros números. Todos os sistemas religiosos orientais começaram por um ser primitivo. Conquanto esta abstração não tenha, positivamente, uma existência real, tem, contudo, um lado positivo, que o torna suscetível de uma existência definida: é que os antigos denominavam “Pothos”, isto é, - o desejo ou ação de sair do absoluto, a fim de entrar no real, - considerado por nós, concreto.
Nos sistemas panteístas, nos quais a divindade é confundida, como unidade, com o todo, ela tem o nome de “unidade”.
“Um” é o número do Grande Arquiteto do Universo, a unidade é uma medida comum; fonte e origem de todos os números é o começo de cada conjunto e indivisível, é o começo e o fim de todas as coisas. Existe somente “um” Deus, nos esportes e nas ciências ser o número “um” é o máximo, entre os animais existe apenas um líder em cada bando. Adão foi o primeiro homem, do qual, todos os homens procederam. De um “homem”, Jesus Cristo, existe a regeneração. O nome Divino pode ser expresso por apenas uma letra, “Yod”.
No primeiro dia, Deus criou os céus e a terra, criou a luz e a separou das trevas.
O número 2 (dois) é um número terrível, um número fatídico.
É o símbolo dos contrários e, portanto, da dúvida, do desequilíbrio e da contradição. Como prova disso, temos o exemplo concreto de uma das sete ciências maçônicas, - Aritmética, em que 2 + 2 = 2 x 2.
O número “dois” produz confusão, pois ao vermos o número 4 (quatro), ficamos na dúvida se é o resultado da combinação de dois números dois pela soma, ou pela multiplicação, o que não se dá, em absoluto, com outro qualquer número.
Ele representa: o Bem e o Mal; A Verdade e a Falsidade; a Luz e as Trevas; a Inércia e o Movimento, enfim, todos os princípios antagônicos, adversos. Por isso, representava, na antiguidade, o “inimigo”, símbolo da dúvida, quando nos assalta o espírito.
Existiram duas tábuas da lei, que foram passadas a Moisés, que viu a manifestação de Deus por duas vezes.
Cristo possuía duas naturezas, a divina e a humana.
“Dois” é o número da união do espírito com a matéria.
No segundo dia, Deus fez a expansão no meio das águas e separou as que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão.
O número 3 (três) é uma nova unidade, porém, não é uma unidade vaga, indeterminada, na qual não houve intervenção alguma; não é uma unidade idêntica com o próprio número como se dá com a unidade primitiva, é uma unidade que absorveu e eliminou a unidade primitiva, verdadeira, definida e perfeita. Foi, assim, que se formou o número três, que se tornou a unidade da vida, do que existe por si próprio, do que é perfeito.
No terceiro dia, Deus juntou as águas debaixo dos céus num lugar e apareceu a porção seca, que ele chamou de Terra e ao ajuntamento das águas chamou Mares. Ele fez a terra produzir erva verde que dava sementes, árvores frutíferas que dava frutos segundo a sua espécie, cuja semente esteja nela sobre a terra.
A Terra é composta de três elementos: Os minerais, os vegetais e todos os corpos terrestres, que contém os três princípios alquímicos: sal, enxofre e mercúrio.
Há três pessoas em Deus (Pai, Filho e Espírito Santo), existem três virtudes teologais (Fé, Esperança e Caridade).
Para tudo existem três etapas: começo, meio e fim.
O tempo é medido como: passado, presente e futuro.
A grandeza é medida por: altura, comprimento e largura.
Por três dias Jonas esteve, no ventre de uma baleia, e três dias Cristo ficou na sepultura.
O triângulo é a primeira figura geométrica, ele constituído de três ângulos.
Três é o número da Luz (Fogo, Chama e Calor).
Três são as qualidades indispensáveis e inseparáveis para os maçons: amor ou sabedoria, vontade e inteligência.
São inseparáveis, pois, o ser dotado, unicamente de “vontade”, sem o sentimento de “amor ou sabedoria” e desprovido de “inteligência” e teremos um bruto.
O ser dotado de “inteligência” e com ausência de “vontade” e “sabedoria ou amor” e teremos o pior dos egoístas.
O ser dotado apenas de “amor ou sabedoria” e com ausência de “vontade e “inteligência” e teremos uma pessoa bondosa e inútil, pois, suas melhores aspirações serão condenadas à esterilidade.
O ternário pode ser sobre:
O movimento diurno do Sol: nascer, zênite e ocaso.
Da Vida: nascimento, existência e morte; mocidade, madureza e velhice.
De Família: pai, mãe e filho.
Da Constituição do Ser: espírito, alma e corpo.
Do Hermetismo: archêo, azoth e hylo.
Da Gnose: princípio, verbo e substância.
Da Cabala Hebraica: keter (coroa), Hockma (sabedoria) e Bin ah (inteligência).
Da Trindade Cristã: Pai, Filho e Espírito Santo.
Da Trimurti: Brama, Vishnu e Siva; Sat, Chit e Amanda.
Dos “Três Gounas”, ou qualidades inerentes à substância eterna (Maia), na Índia: Tamas (inércia), Rajas (movimento) e Sattya (harmonia).
Do Budismo: Buda (iluminado), Dharma (lei) e Sanga (assembléia de fiéis).
Do Egito: Osíris, Isis e Hórus; Ammon, Mouth e Khons.
Do Sol, no Egito: Hórus (nascer), Rá (zênite) e Osíris (ocaso).
Da Caldéia: Ulomus (luz), Olosurus (fogo) e Elium (chama).
Na Maçonaria: Sabedoria, Força e Beleza (três grandes luzes); três portas do Templo de Salomão, três janelas, o Tetragrama Sagrado IOD-HE-VAU-HE, apesar de ser composto de quatro letras, tem, somente, três diferentes.
PEDRO NEVES .’.
M.’. I.’. 33.’. MRA.’.
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domingo, 25 de dezembro de 2011
MAÇONARIA - NATIVIDADE E SOLSTÍCIO
MAÇONARIA
111
NATIVIDADE E SOLSTÍCIO
A história nos mostra que a maioria dos Grandes Iniciados, os Avatares da humanidade nasceram em 25 de dezembro ou por volta desta data.
Os nascimentos eram sempre precedidos de avisos através de emissários ou mesmo através de visões, e uma grande estrela a anunciava a sua vinda e magos os visitaram levando presentes e prestando homenagens.
Na China, os Jesuítas relataram que a religião daquela terra, que eles consideravam como pagã, mencionava que Lao-Tse, nascera de uma virgem em 3.498 a.C.
No Egito, milhares de anos antes do surgimento da religião Cristã ou mesmo dos autores da Bíblia, já se relatava o nascimento de mensageiros de Deus, através de virgens, Hórus foi um deles. O Deus Rá, também nasceu de uma virgem.
Na Índia afirma-se que Chrishna nasceu de uma virgem chamada Devakique, que fora escolhida para se tornar a mãe de Deus.
Consta que Buda foi gerado por uma virgem chamada Maya ou Maria, que havia sido fecundada pelo Espírito Santo, que na China é chamado de Sifing-Shin.
Na Pérsia, Zoroastro é tido como nascido de uma virgem. O próprio Rei Ciro é considerado como nascido de origem divina, ele é chamado de Cristo ou Filho Ungido de Deus.
Na Grécia, Platão que nasceu em Atenas em 429 a.C, é tido como Divino Filho de Deus nascido de uma virgem pura chamada Perictione, e que seu pai de nome Aris, havia sido avisado em um sonho para manter pura e sagrada a pessoa de sua esposa, para a concepção por meios divinos.
Pitágoras, nascido em 570 a.C, segundo os escritos sagrados, que mencionam o seu nascimento através do Espírito Santo, e seu pai também foi informado em uma visão.
Apolônio, contemporâneo de Jesus, segundo relatos da época, era nascido de mãe virgem, que fora informada em sonho, que daria à luz a um grande mensageiro de Deus.
Esculápio, nascido em Epidauro, e os micenianos foram informados no Oráculo de Delfos que um Deus invisível era seu pai, e que Coronis era sua mãe terrena, que lhe concebera em um estábulo de cabras. Ele foi honrado como um Deus, na Fenícia, Egito, Grécia e Roma.
Os siameses, contam que Codom, o Salvador havia nascido de uma virgem que fora informada de sua concepção com antecedência.
No sul da península do Industão, no Cabo Comorim, os primeiros europeus presenciaram o culto a um Senhor e salvador que havia nascido de uma virgem.
No México, Quetzalcoatl considerado como Salvador e Redentor do mundo é considerado como nascido de uma virgem imaculada, que fora avisada por um mensageiro do céu.
Zama, para os Maias era considerado como o “único filho do Deus Supremo”.
Em várias partes do mundo, os relatos são similares, basta que se estude as origens de: Confúcio, 551 a.C, Mitra, o Salvador Persa, Sócrates, Báculo e Adônis, Rômulo e muitos outros.
A primitiva Igreja Cristã afirmava que Jesus, o Cristo havia nascido de uma virgem de nome Maria, em 20 de maio ou mesmo em 19 ou 20 de abril, e que ela recebera a anunciação do nascimento através de um anjo. Somente no quinto século depois do nascimento de Jesus, a Igreja cristã convocou um de seus muitos concílios e decidiu pela escolha da data de 25 de dezembro, é o relato da história.
Quanto ao ano, existe muita controvérsia, devido à existência de vários calendários diferentes. Na própria Bíblia, no livro de Mateus – Cap. 2 v. 1, informa-se que Jesus nasceu no tempo de rei Herodes, mas o livro de Lucas – Cap. 2, VS 1 e 2, existem a informação sobre o decreto de César Augusto para alistamento e que Cirênio governava na Síria. Herodes governou até 4 a.C e Cirênio 4 a.C a 1 a.C e depois em 6 A.D.
Jesus não foi o primeiro e único, mas o último e maior de todos os mensageiros de Deus concebidos desta forma e nascidos na terra.
Os mestres e místicos de todas as eras e, bem poucos até a presente data, sabem que a palavra falada, composta de um som vocálico adequadamente pronunciado pelo homem tem o poder de perturbar o estado da matéria, de fazê-la vibrar ou modificar sua natureza elementar ou sua composição química. A maçonaria perdeu o uso desta benéfica prática.
Aqueles do Ocidente, que ainda estão dominados por uma compreensão limitativa do pensamento materialista, e não alcançaram o desenvolvimento espiritual necessário, não entendem o que seja a Divina Concepção, e não estão preparados para entenderem a real história e onde ela ocorreu (manjedoura, estábulo ou uma gruta Essênia), a divina concepção é aceita como algo natural para os Orientais.
A data em torno de 21, 22, 23, 24 ou 25 de dezembro de cada ano, é de uma Lei Espiritual ou Cósmica para o nascimento dos Grandes Avatares. É a época do nascimento do Deus Sol, o Parto da Rainha Celestial ou a Virgem Celestial da Esfera.
Em Roma, a.C, era celebrado um festival a 25 de dezembro, o Natalis Solis Invict (aniversário do Sol, o Invicto).
O Solstício de Inverno no hemisfério Sul, é comemorado em 21 de junho e o solstício de Verão em 21 de dezembro.
Os solstícios são chamados de portas solsticiais, ou “Porta dos Homens e “Porta dos Deuses”.
Simbolicamente os Solstícios ocorrem ao meio-dia e à meia-noite.
Em maçonaria os trabalhos iniciam-se ao meio-dia e terminam à meia-noite, inicia-se na porta dos homens (aperfeiçoamento moral), e termina na porta dos Deuses (aperfeiçoamento espiritual).
O Sol visível está no meridiano ao meio-dia, hora em que começam os trabalhos maçônicos, o Sol espiritual está no meridiano à meia-noite, quando se encerram os trabalhos do aperfeiçoamento.
Antigamente, os iniciados nos Grandes Mistérios contemplavam o Sol da meia-noite, a cor negra é o símbolo do não manifestado.
A maçonaria especulativa comemora duas festas Solsticiais anuais, O Solstício de Inverno dedicado a João Batista em 24 de junho e o Solstício de Verão dedicado a João Evangelista 24 de dezembro.
Como foi esclarecido, o conhecimento místico e esotérico é milenar, mas, ainda mestres e veneráveis que acreditam que todo o conhecimento maçônico se encontra apenas dentro dos rituais, quanto engano, quanta falta de conhecimento, que tristeza!
Então, temos muitos cegos guiando outros cegos. Aqueles que atingiram apenas o grau de Mestre Instalado e não procuram se aperfeiçoar em outros graus e com outras literaturas filosóficas, desconhecem até mesmo o simbolismo da corda de 81 nós, a sua cor, as justificativas dos porquês dos 81 nós, ou o motivo do Templo simbólico ser da cor azul, ou seja, só conhecem o que é explicado nos rituais do simbolismo, são na realidade aprendizes melhorados, não têm a visão completa dos ensinamentos místicos e esotéricos. Desconhecem como fazer um planejamento pedagógico para uma instituição iniciática.
Então, é Natal!
PEDRO NEVES .’.
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MAÇONARIA - TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGRADA
MAÇONARIA
110
TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGRADA
O símbolo dá margem a interpretações diferentes, o que sem dúvida é a causa das diversas interpretações de um mesmo texto de ritual.
Temos que ficar atentos para o que está escrito, e suas diferenças.
Pedir a palavra é uma coisa totalmente diferente de transmitir a palavra.
A identificação de maçons é feita através de sinais, toques e palavras, pedir a palavra é uma das maneiras de se identificar maçonicamente.
Com o pedido da palavra, se inicia uma série de procedimentos ritualísticos para a confirmação do “status” de maçom, tais como, posicionamento, toques relativos aos graus que se deseja confirmar, etc. Em geral, tais procedimentos são executados entre dois maçons, ou mesmo três, dependendo do grau, existindo outra maneira para o caso de se receber visitantes em Loja.
A transmissão da palavra é o nome que se dá, quando o Venerável Mestre faz o procedimento através do Diácono, que deve transmiti-la da mesma maneira que a recebe.
Não existe relação entre as palavras pedir e transmitir, cada uma tem um significado.
Portanto, o Venerável Mestre deve transmitir a palavra ao ouvido do Diácono (Jó - Cap. 4, Ves. 12: “uma palavra se me disse em segredo, e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela”). O Diácono se aproxima para receber a palavra, pelo mesmo lado onde se posiciona próximo ao Venerável Mestre, não existe o deslocamento para outra posição para se receber a palavra, um “Santos Dumont” qualquer inventou uma nova maneira e vários Veneráveis a seguem de maneira errada. O Venerável, jamais, deve proceder como se estivesse pedindo a palavra, fazendo-se a troca de letras ou sílabas com o Diácono.
Os Diáconos devem levar a palavra aos Vigilantes e, após cumprirem com o seu dever de mensageiros do Venerável Mestre, devem retornar aos seus lugares, não devem ficar esperando junto ao altar dos juramentos para a formação do pálio. Somente se deslocam para se posicionarem naquele local após a confirmação feita pelo 2º Vigilante.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
MAÇONARIA - IRMÃOS LIVRES E DE BONS COSTUMES, SERÁ QUE SOMOS?
MAÇONARIA
109
IRMÃOS LIVRES E DE BONS COSTUMES, SERA QUE SOMOS?
O primeiro princípio exigido para ser maçom é que sejamos livres e de bons costumes. Infelizmente, isto não ocorre na maçonaria atual.
Segundo o dicionário Aurélio, Livre [Do Lat. Liber]:
1 – Que pode dispor de sua pessoa; que não está sujeito a algum senhor.
2 – Que tem o poder de decidir e de agir por si mesmo; independente
3 – Desprovido, privado, isento (livre de preconceito).
Com base nas definições acima, a maçonaria não segue os preceitos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade que tanto divulga, uma grande parte de maçons, não entendem o que pregam e defendem, são preconceituosos.
Através de relatos cada vez mais constantes, tomamos ciência de irmãos impedidos de assistirem reuniões em lojas de outras potências e obediências, diferentes da que ele está filiado, sendo que, na maioria das vezes já estiveram juntos em uma mesma potência ou obediência, e hoje, por motivos diversos se encontram separados administrativamente, mas, continuam seguindo os mesmos princípios, leis e regulamentos maçônicos.
Quem é preconceituoso, não pratica os bons costumes.
Quem nega um irmão que muitas vezes já esteve lado a lado na luta contra a hipocrisia, o fanatismo e a ignorância, não pratica os bons costumes.
Quem acredita que uma potência ou obediência é dona da maçonaria, e que acredita que somente ele, é o dono da verdade e das virtudes, não pratica os bons costumes.
A Liberdade não existe.
Quem prega a Liberdade, mas, não aceita que outros irmãos sejam livres para procurarem e praticarem o seu direito de liberdade, não é um homem livre, é um vil escravo.
Quem defende a Liberdade, mas, não aceita que outros exerçam a busca constante da verdade, não é um homem livre.
A Igualdade não existe.
Quem não aceita como igual, um irmão que pratica a maçonaria como todos os outros praticam no mundo, não é um irmão que saiba o que seja Igualdade.
Quem acredita que Igualdade seja pertencer a uma mesma potência ou obediência, não sabe o que seja Igualdade.
Quem pensa que Igualdade seja ter tratados amizade ou reconhecimento, não sabe a diferença entre tais palavras.
Quem acredita que acredita que apenas duas ou três potências ou obediências sejam regulares, também é um analfabeto maçônico, não sabe o que é regularidade, mas, como é um termo muito usado hoje em dia, fala como um papagaio repete o que ouve, mas, não sabe o que diz.
A fraternidade não existe.
Quem acredita que Fraternidade é fazer o bem no mundo profano, não fazendo o mesmo com os irmãos espalhados pela superfície terrestre, não sabe o que seja a Fraternidade.
Quem acredita que a Fraternidade deva ser praticada apenas entre duas ou três obediências ou potências, não sabe o que seja fraternidade, aliás, não deve saber qual é a diferença entre potência e obediência.
Quem não tem Liberdade para praticar a Igualdade e Fraternidade com quem queira, dependendo de autorização superior, deve abandonar a maçonaria, pois, não é um verdadeiro maçom.
O Venerável Mestre de uma loja maçônica que não tenha autonomia para receber que quer, deve entregar o malhete, pois, não é um homem livre, não passa de um mero garoto de recados dos poderes superiores. Os maçons de uma Loja que assim age, não são homens livres.
Aliás, o maçom que não sabe praticar a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade, deveria ser impedido de estar filiado em uma loja. Ele ainda não entendeu o princípio básico da maior oração do Cristianismo, que foi ensinada por Jesus, O Cristo, “O Pai Nosso”. Pois, não entende que ao dizer – “Pai Nosso que estais no céu”, ele deve admitir que todos sejamos irmãos, que somos todos de uma mesma família, não devendo haver preconceitos de classe social, econômica ou política, cor, raça, religião. A Fraternidade que exercem é apenas para profanos, deixando de lado os seus irmãos.
Somente quando algum irmão resolver processar outros por prática de Bullying, que é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder (Existem “irmãos” que gostam de fazer brincadeiras pejorativas com outras instituições maçônicas), é a prática da molecagem dentro da Sublime Instituição.
A prova maior da falta de Fraternidade ocorre em épocas de eleições, quando ocorrem fatos na mesma proporção que eleições no mundo profano, tais fatos jamais deveriam ocorrer dentro de uma instituição como a maçonaria, mas ocorrem.
Parafraseando o ilustre Francisco Octaviano no texto: “Quem passou pela vida em branca nuvem, e em plácido repouso adormeceu; Quem não sentiu frio da desgraça, quem passou pela vida e não sofreu, foi espectro de homem, não foi homem, só passou pela vida, não viveu”, poderíamos dizer: “Quem passou pela maçonaria em branca nuvem, e em plácido repouso adormeceu; Quem não sentiu o frio da desgraça de seus irmãos, quem passou pela maçonaria e não sofreu, foi espectro de maçom, não foi maçom, só passou pela maçonaria, não foi irmão”.
PEDRO NEVES .’.
M.’. I.’. 33.’. MRA.’.
PRECEPTOR DA SUPREMA ORDEM CIVIL E MILITAR DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS
SITES:
www.pedroneves.recantodasletras.com.br
www.trabalhosmaconicos.blogspot.com
www.cavaleirostemplariosbhmg.blogspot.com
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109
IRMÃOS LIVRES E DE BONS COSTUMES, SERA QUE SOMOS?
O primeiro princípio exigido para ser maçom é que sejamos livres e de bons costumes. Infelizmente, isto não ocorre na maçonaria atual.
Segundo o dicionário Aurélio, Livre [Do Lat. Liber]:
1 – Que pode dispor de sua pessoa; que não está sujeito a algum senhor.
2 – Que tem o poder de decidir e de agir por si mesmo; independente
3 – Desprovido, privado, isento (livre de preconceito).
Com base nas definições acima, a maçonaria não segue os preceitos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade que tanto divulga, uma grande parte de maçons, não entendem o que pregam e defendem, são preconceituosos.
Através de relatos cada vez mais constantes, tomamos ciência de irmãos impedidos de assistirem reuniões em lojas de outras potências e obediências, diferentes da que ele está filiado, sendo que, na maioria das vezes já estiveram juntos em uma mesma potência ou obediência, e hoje, por motivos diversos se encontram separados administrativamente, mas, continuam seguindo os mesmos princípios, leis e regulamentos maçônicos.
Quem é preconceituoso, não pratica os bons costumes.
Quem nega um irmão que muitas vezes já esteve lado a lado na luta contra a hipocrisia, o fanatismo e a ignorância, não pratica os bons costumes.
Quem acredita que uma potência ou obediência é dona da maçonaria, e que acredita que somente ele, é o dono da verdade e das virtudes, não pratica os bons costumes.
A Liberdade não existe.
Quem prega a Liberdade, mas, não aceita que outros irmãos sejam livres para procurarem e praticarem o seu direito de liberdade, não é um homem livre, é um vil escravo.
Quem defende a Liberdade, mas, não aceita que outros exerçam a busca constante da verdade, não é um homem livre.
A Igualdade não existe.
Quem não aceita como igual, um irmão que pratica a maçonaria como todos os outros praticam no mundo, não é um irmão que saiba o que seja Igualdade.
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A fraternidade não existe.
Quem acredita que Fraternidade é fazer o bem no mundo profano, não fazendo o mesmo com os irmãos espalhados pela superfície terrestre, não sabe o que seja a Fraternidade.
Quem acredita que a Fraternidade deva ser praticada apenas entre duas ou três obediências ou potências, não sabe o que seja fraternidade, aliás, não deve saber qual é a diferença entre potência e obediência.
Quem não tem Liberdade para praticar a Igualdade e Fraternidade com quem queira, dependendo de autorização superior, deve abandonar a maçonaria, pois, não é um verdadeiro maçom.
O Venerável Mestre de uma loja maçônica que não tenha autonomia para receber que quer, deve entregar o malhete, pois, não é um homem livre, não passa de um mero garoto de recados dos poderes superiores. Os maçons de uma Loja que assim age, não são homens livres.
Aliás, o maçom que não sabe praticar a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade, deveria ser impedido de estar filiado em uma loja. Ele ainda não entendeu o princípio básico da maior oração do Cristianismo, que foi ensinada por Jesus, O Cristo, “O Pai Nosso”. Pois, não entende que ao dizer – “Pai Nosso que estais no céu”, ele deve admitir que todos sejamos irmãos, que somos todos de uma mesma família, não devendo haver preconceitos de classe social, econômica ou política, cor, raça, religião. A Fraternidade que exercem é apenas para profanos, deixando de lado os seus irmãos.
Somente quando algum irmão resolver processar outros por prática de Bullying, que é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder (Existem “irmãos” que gostam de fazer brincadeiras pejorativas com outras instituições maçônicas), é a prática da molecagem dentro da Sublime Instituição.
A prova maior da falta de Fraternidade ocorre em épocas de eleições, quando ocorrem fatos na mesma proporção que eleições no mundo profano, tais fatos jamais deveriam ocorrer dentro de uma instituição como a maçonaria, mas ocorrem.
Parafraseando o ilustre Francisco Octaviano no texto: “Quem passou pela vida em branca nuvem, e em plácido repouso adormeceu; Quem não sentiu frio da desgraça, quem passou pela vida e não sofreu, foi espectro de homem, não foi homem, só passou pela vida, não viveu”, poderíamos dizer: “Quem passou pela maçonaria em branca nuvem, e em plácido repouso adormeceu; Quem não sentiu o frio da desgraça de seus irmãos, quem passou pela maçonaria e não sofreu, foi espectro de maçom, não foi maçom, só passou pela maçonaria, não foi irmão”.
PEDRO NEVES .’.
M.’. I.’. 33.’. MRA.’.
PRECEPTOR DA SUPREMA ORDEM CIVIL E MILITAR DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS
SITES:
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